Somos mulheres que acreditam que o nascimento pode ser vivido com consciência e potência.
Unimos estudo, prática corporal, escuta ativa e compromisso com o modelo biopsicossocial para apoiar mulheres em um processo mais alinhado com suas escolhas.

Júlia Menezes é Nutricionista Comportamental e Integrativa, doula e educadora perinatal, com mais de 10 anos de experiência no cuidado de mulheres. Também é terapeuta tântrica e ativista pelos direitos sexuais e reprodutivos.
Acredita que as mulheres são suas maiores e melhores cuidadoras, e que a autonomia sobre processos fisiológicos, como ciclar, gestar, parir, amamentar, maternar, gozar e também as perdas gestacionais, pode ser um caminho de expansão, potência e reconexão com o próprio corpo.
Sua vivência pessoal atravessa profundamente sua atuação: teve um parto fora dos padrões convencionais, planejado em meio à natureza, e acompanhada por parteiras da tradição. Foi na gestação, parto e puerpério que aprofundou sua jornada de autonomia, escuta e prazer no cuidado de si e de seu bebê.
Atuou por três anos no programa de voluntariado de doulas da Santa Casa de Misericórdia de Ouro Preto e hoje acompanha gestantes no Brasil e também brasileiras que vivem no exterior, em países como Canadá, Estados Unidos e Alemanha.
Seu caminho formativo integra saberes da parteria tradicional e diversas terapias integrativas, como terapia tântrica, canábica, bioenergética, massoterapia, movimentos pélvicos e terapia cognitivo-comportamental. É formada pelo Centro de Referência da Sexualidade Humana, Centro Metamorfose, e é membra do Centro de Referência e Aprendizagem A Arte do Parto, de Naoli Vinaver. Tambem é criadora do podcast Parto & Outras Drogas.
Seu trabalho acolhe as singularidades de cada mulher, oferecendo um cuidado sensível e integrado — que convida a reconhecer o prazer e a potência presentes nos processos de gestar, parir e se transformar.

Jaqueline Lourenço é artista cênica, doula e aprendiz de parteira, com mais de uma década de experiência no acompanhamento de processos gestacionais, de parto, pos-parto do luto.
Nascida em uma família de artistas sanadores, sua trajetória é atravessada por diferentes formas de cuidado — da arte às práticas terapêuticas —, o que confere ao seu trabalho uma escuta sensível e profundamente humana.
Atuou por quatro anos no programa de voluntariado de doulas da Santa Casa de Misericórdia de Ouro Preto, onde também exerceu a função de coordenadora. É licenciada em Artes Cênicas, pós-graduada em Projetos Sociais e Políticas Públicas e, atualmente, graduanda em Obstetrícia na Universidade de São Paulo.
Seu caminho formativo inclui saberes da parteria tradicional — iniciados a partir do acompanhamento de parteiras — e uma ampla vivência nas terapias integrativas, como acupuntura, massoterapia e fitoterapia. É formada em Tai Chi Chuan pela aHamtai, placenteira pela tradição Mapuche e membra do Centro de Referência e Aprendizagem A Arte do Parto, de Naoli Vinaver.
Também atua na formação de outras doulas, tendo sido formadora por instituições como o Instituto Egrégora e o Instituto Humanizar. É criadora da Iniciativa Cuidado de Doula, escola de aprofundamento na doulagem, e do podcast Pato & Outras Drogas.
Sua atuação integra conhecimento técnico, experiência prática e sensibilidade artística, oferecendo uma preparação que considera os processos singulares de cada pessoa.
Violência obstétrica não é apenas agressão explícita. Pode acontecer quando: Procedimentos são feitos sem consentimento. A mulher não recebe explicações claras. Seu plano de parto é ignorado. Sua dor é deslegitimada. Seu corpo é tratado como objeto técnico. A informação é a principal ferramenta de prevenção.
Resgatar autonomia através de informação e prática. Oferecemos: Estudo aprofundado da fisiologia do parto Construção consciente do plano de parto Informação sobre direitos da gestante Preparação emocional Fortalecimento da rede de apoio Práticas corporais e consciência pélvica Orientação para o puerpério Não prometemos controle absoluto. Prometemos preparo e clareza.
Existe um saber no corpo que não precisa ser ensinado apenas lembrado.
Por muito tempo, o nascimento foi retirado do seu lugar natural. Foi acelerado, controlado, silenciado. E, aos poucos, muitas mulheres foram se afastando da confiança em si mesmas.
Nosso trabalho é um convite para voltar.
Voltar para o corpo.
Voltar para o tempo.
Voltar para o que é essencial.
Acreditamos na decolonização dos processos reprodutivos como um caminho de reconexão onde a mulher deixa de ser conduzida e passa a ser protagonista da sua própria experiência.
Por isso, nosso cuidado é artesanal.
É construído com presença verdadeira, com escuta profunda, com respeito por cada detalhe da sua história.
E também é orgânico.
Porque não força, não apressa, não molda. Apenas acompanha com sensibilidade o que já existe dentro de você.
Caminhamos ao seu lado para que você se sinta segura, informada e, acima de tudo, confiante.
Para que o nascimento não seja vivido com medo, mas com consciência.
Não com pressa, mas com entrega.
Não com imposição, mas com liberdade.
Porque, no fundo, você já sabe.
E nós estamos aqui para te lembrar disso.
O parto não é apenas biologia.
Ele é: Fisiológico, Psicológico, Social e Cultural.
A fisiologia do parto depende de hormônios como ocitocina e endorfina — diretamente influenciados por ambiente, segurança emocional e suporte.
Ambientes hostis elevam adrenalina, que pode inibir a progressão natural do trabalho de parto.
Corpo e contexto são inseparáveis.
Doulandas
Doulandas